
No final do século 19, quando o nu feminino ainda era considerado um tabu e mostrar as pernas era atitude subversiva, fotografias de mulheres nuas poderiam significar atentado ao pudor. Somente em 1953 é que surgiram as fotos de mulheres nuas, com a primeira capa da Revista Playboy Americana, com marlyn Monroe. Assim, surgiram nos Estados Unidos as pin-ups, modelos desenhadas em cartões, calendários e maços de cigarro.
Algum tempo depois, na década de 40, elas já estavam por toda parte e começaram a dominar
não apenas a imaginação dos homens, mas também as portas dos armários e as paredes dos quartos de milhares de admiradores dessa nova onda de "sexualidade permitida".
Foi justamente esta a origem do nome pin-up: o ato de pendurar as ilustrações em algum lugar.
Na Segunda Guerra Mundial eram carinhosamente chamadas de "a arma secreta", usadas para acalmar os anseios dos soldados nas frentes de batalha.
O jeito de satisfazer a solidão dos soldados e a curiosidade dos adolescentes era fabricar modelos de lápis e tinta, que reproduziam o padrão de beleza considerado ideal: seios fartos, pernas grossas, cinturinha de pilão. Acabaram se tornando uma espécie de troféu pela guerra vencida.
O conceito clássico de uma pin-up é ser sexy e ao mesmo tempo inocente, estar vestida, mas em alguma posição ou situação que revele sensualmente partes do corpo, sem querer, por acaso. Uma verdadeira pin-up jamais pode ser vulgar ou oferecida, pode somente ser convidativa. E já é o suficiente para provocar a fantasia masculina.
Por tudo isso, na nossa festa em janeiro, teremos mulheres vestidas de pinups e homens vestidos de soldados, marinheiros, pracinhas...hummmm.....vai ser demais não?!
Vá pensando na sua fantasia...você já sabe como será?